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From: "Cesario Simoes, jr" <>
Subject: [BRAZIL-L] Imigantes de Portugal / Monarquia e República - II
Date: Mon, 18 Jun 2001 08:39:14 -0300
References: <006501c0f49a$6ce594e0$48f0bfc8@internet>


Alguém conhece registros/arquivos de imigrantes vindos de Portugal, em
Santos?

Concordo contigo Aguinaldo!
E, posso acrescentar apenas alguns pequenos comentários ao assunto?
Não foi D. Pedro II quem chamou a atenção na midia da época sobre um
invento de Alexander Grahan Bell, sem o qual não seria possível estarmos nos
comunicando assim? Ele era culto a ponto de incentivar algo assim...
E acredito que foi em parte graças ao "dote" de certa princesa que
muitos de nossos antepassados (entre os quais os meus) do sul do Brasil
vieram para cá... Como surgiu Joinville, em SC?
Finalmente, minha opinião é que a monarquia (não aquela "para inglês
ver...) oferece vantagens inegáveis sobre a república: uma vez sendo
preparado (recebendo a formação) o futuro monarca, desde a infancia, para
reinar, terá a cultura que falta a muitas de nossas autoridades
constituidas... E tendo garantidos os recursos para a sua sobrevivencia e a
de sua familia, não precisará se locupletar como vemos acontecer com muitos
de nossos "administradores"... ;-))

Cesario Simões,
(pesquisando Hagedorn, Blumenthal, Sellmer, Schreiber, Simões, Rocha e
Baptista)

----- Original Message -----
From: Aguinaldo Ribeiro da Cunha <>
To: <>
Sent: Thursday, June 14, 2001 3:22 AM
Subject: [BRAZIL-L] Monarquia e República - II


> Caro Luís Leal, deixando de lado, por ora, a questão Monarquia versus
República (temos, ao que parece, visões muito diferentes de nosso passado
histórico, em particular a História brasileira no século XIX), devo
dizer-lhe que não compartilho de sua opinião quanto ao "deboche brasileiro".
Acho isso, inclusive, extramamente negativo para nossa auto-estima enquanto
povo.
> Não sei, naturalmente, se você se referiu especificamente ao Rio de
Janeiro e à Bahia, como me pareceu ao ler sua mensagem, mas em São Paulo,
seguramente, posso afirmar com todas as letras que não somos assim. Em
MInas, também não, e acredito que em vários outros estados da Federação o
deboche é algo circunscrito à gente mal-educada.
> Não se debocha simplesmente de um governante - seja Presidente da
República ou Imperador. Você não acha? Qual o motivo do deboche ou da falta
de respeito? A informalidade do povo? Mas, é bom frisar, uma coisa é
informalidade, outra, falta de educação. Não concorda? Criticar-se um
governante é necessário e é prática sadia da Democracia, mas desrespeitá-lo
ou brincar com ele é outra coisa, no meu entender. Fere o princípio da
representatividade!
[snip]


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