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From: "Ulisses" <>
Subject: TRIGUEROS espanhois do ano de 1500
Date: Wed, 2 Feb 2000 22:13:26 -0000
Alguem conhece os TRIGUEROS espanhois do ano de 1500 ??????????????????.
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Trigueiros
Morgados da Rua da Caldeira
Morgados da Torre do Lumiar
(Lisboa)
Os TRIGUEIROS, segundo os nobilirios, so originrios da vila de Trigueros,
no antigo Condado de Niebla, entre as cidades espanholas de Huelva e
Sevilha.
Passou este apelido a Portugal na pessoa de Antnio Trigueiros (n. 1485?), o
qual veio no squito da rainha D. Maria (1482-1517), segunda mulher de D.
Manuel I.
Apesar de quase todos os tratados genealgicos registarem esta verso da
origem dos Trigueiros, vindos para Portugal em 1500, sabemos que alguns
deles j estavam neste reino anteriormente mencionada data. Temos
conhecimento de um Joo Rodrigues Trigueiros, escudeiro do Infante D. Duarte
(1391-1438), que militou em Ceuta por volta de Fevereiro de 1425, onde se
distinguiu na defesa desta praa contra um violento ataque de mouros, o que
lhe valeu ser citado por Gomes Eanes de Azurara na sua Crnica do Conde Dom
Pedro de Meneses. Tambm conhecemos um Rui Dias Trigueiro(s) , tabelio de
Torres Vedras entre 1471 e 1485, o que revela a implantao desta famlia -
ou de famlias com o mesmo apelido -, naquela regio, muito antes da
chegada de Antnio Trigueiros.
Este apelido toponmico e, segundo parece, no tem nada a ver com o
senhorio da dita vila espanhola, mas, apenas, est relacionado com a origem
geogrfica desta famlia. A sua disperso territorial centrou-se,
principalmente, nos concelhos de Lisboa, Leiria, Torres Vedras, Sousel,
Castelo Branco e Portalegre. Por casamentos, durante os sculos XVI e XVII,
ligam-se a outras famlias de origem espanhola, como era o caso dos
Caldeires e dos Henriques. So tambm conhecidas as suas ligaes a
diversas famlias das Beiras.
Os TRIGUEIROS usam um Braso de Armas esquarteladas da seguinte forma: o 1.
e o 4. de verde com cinco espigas de trigo em ouro desfolhadas e postas em
sautor; o 2. e o 3. de vermelho com uma faixa de prata, como as armas da
Casa de ustria; por timbre tem um trigueiro de sua cor com uma das espigas
do escudo no bico.
Conhecem-se alguns locais que a toponmia antiga consagrou a esta famlia.
Asim temos, na encosta do castelo de Lisboa, um Largo dos Trigueiros,
provavelmente por estes a terem vivido. Na vila de Fronteira h outro largo
com o mesmo nome, o qual ter origem num ramo desta famlia, que instituiu
um morgadio na freguesia do Cano, concelho de Sousel. sabemos ter havido
uma rua com este apelido, entretanto desaparecida, em Torres Vedras, onde
viveram os descendentes de Antnio Trigueiros. Diversos outros stios com o
mesmo nome, ou dele derivado, ficam aqu omissos, pois, pela falta de provas
ou de indcios, parece-nos abusiva qualquer relao com esta famlia
1. ANTNIO TRIGUEIROS (n. 1485?), fidalgo castelhano que passou a Portugal
em Outubro de 1500 no squito da Infanta D. Maria (1482-1517), filha dos
Reis Catlicos, segunda mulher de D. Manuel I . Segundo alguns genealogistas
foi contemplado no testamento feito por D. Maria, em 1516, com 180.000
reais, facto este que no foi possvel confirmar numa transcrio do citado
testamento .
Foi, sucessivamente, escrivo de cozinha e moo de cmara dos reis D.
Manuel I, e D. Joo III , com vencimento de 30.000 reais por ano . Tambm
serviu a mulher deste ltimo rei, a rainha D. Catarina, irm de D. Leonor, a
terceira mulher do rei D. Manuel I.
D. Joo III, por Carta datada do Alvito aos 11-II-1532, chama-lhe "escrivo
da cozinha da R. minha sobre todas muito amada e prezada mulher" e faz-lhe
"merc do ofcio de feitor e provedor dos defuntos e veador das obras da
cidade de Ormuz por tempo de tres annos e com cem mil rs d'ordenado em cada
hum anno" . Neste cargo de provedor de defuntos, competia-lhe arrolar e
administrar provisoriamente os bens dos desaparecidos e falecidos em
naufrgios ou em combates.
D. Manuel concedeu-lhe, assim como a seus filhos, o foro de Fidalgo da Casa
Real e braso de armas de TRIGUEIROS, do qual se desconhece a data da
comcesso.
Estabeleceu-se em Torres Vedras por volta de 1560 e a viveu os ltimos
anos da sua vida, talvez devido ao facto de ser amigo de D. Joo de Alarco
, alcaide-mor desta vila. Este ltimo tambm veio para Portugal no squito
de D. Maria, acompanhando sua me D. Elvira Mendona, j viva, camareira da
dita Ranha.
Dos domnios territoriais que possuu em Trres Vedras, trs deles ficaram
conhecidos: so os casais de Monte Redondo (na freg. do mesmo nome), de
A-dos-Cunhados (na dita freguesia) e Vale de Sapato (entre S. Pedro da
Cadeira e Bonabal?). Esta vila da Extremadura portuguesa, era muito
desenvolvida na poca e D. Manuel I tinha por ela muito apreo, pois foi a
que se refugiou em diversa ocasios, como em Agosto de 1518, por ocasio da
peste de Lisboa, sendo ento vivo de sua segunda mulher.
Casou com D. JOANA DE GIS (c. 1566) , a qual, j viva, aparece como
madrinha de um baptizado em 7-X-1566 e testemunha de um casamento em
15-II-1575, ambos realizados na freg. da S, em Lisboa.
Tiveram:
2.. JOO TRIGUEIROS (c. 1580), que segue abaixo.
2. VICENTE TRIGUEIROS (f. 1602), natural de Lisboa, falecido a 27-V-1602, na
freg. de So Pedro, em Torres Vedras, vila onde viveu e na qual j tinha
casa em 1573.
Moo da Cmara da Casa Real em 1554, com 604 rs. de moradia por ms , foi
procurador por Torres Vedras s Cortes de Tomar, em Abril de 1581, nas quais
Filipe II aclamado rei de Portugal. (esta data no bate certo com o
regresso da ndia) A eleio dos procuradores s Cortes recaia sempre nas
"pessoas principais das terras, tanto em qualidade como em riqueza",
constata-se que, mesmo nos eleitos pelo "Terceiro Estado" vemos "pessoas no
s da principal Nobreza das Terras, mas principalssimos do Reyno" .
Serviu muitos anos na ndia, de onde regressou, em 1582, capitaneando a nau
So Rafael que trazia a bordo Antnio das Pvoas , cunhado de sua irm Lusa
de Gis Trigueiros, comendador do Ervedal da Beira na Ordem de Cristo
(Oliveira do Hospital) e juiz da Alfndega de Diu (1546). Em retribuio dos
seus servios teve uma tena anual de 50.000 ris, que cobrava na Alfndega
de Lisboa.
Casou com D. CATARINA DO COUTO (c. 1602) , da qual no teve gerao.
Instituiu por suas universais herdeiras as primas D. Ana de Abreu e D.
Maria Cerveira, irms do Dr. Gaspar Lamego, filhas de Belchior Lamego e de
sua mulher D. Leonor Abreu, como consta no seu testamento lanado nas notas
de Joo Leito a 3-VI-1602 .
2. D. LUSA DE GIS TRIGUEIROS (c. 1560), que segue no 2, n. 2.
2. (?) SIMO TRIGUEIROS, navegador que serviu na ndia.
2. (?) PEDRO TRIGUEIROS (c. 1548) lente de Msica na Universidade de
Coimbra, por proviso datada de 6-IV-1548, tendo tomado posse a 14 de Maio
do mesmo ano .
2. JOO TRIGUEIROS (c. 1580), natural de Torres Vedras, navegador que
serviu muitos anos na ndia e capitaneou, sucessivamente, as naus So
Francisco (1583-1584), So Filipe (1586-1587) e So Cristvo (1591-1593).
Como capito da nau So Francisco, integrado numa armada de 5 naus e 1
galeo, sob as ordens do capito-mor Antnio de Melo e Castro, largou o Tejo
com destino ndia em 8-IV-1583.
Ao comando da nau So Filipe, fez parte de outra armada que partiu de
Lisboa a 11-IV-1586, debaixo do comando do capito-mor D. Jernimo Coutinho.
Desgarrou-se desta, como tantas vezes sucedia, e chegou isolado a
Moambique, j fora da poca de passar ndia. Foi decidido carregar nos
pores da sua nau a valiosa carga que a se encontrava, proveniente da S.
Loureno que naufragara no regresso da ndia. No ano seguinte (1587), inicia
a viagem de retorno que fica registada na histria naval, devido a ter
combatido, sozinho, uma armada de nove barcos inimigos, comandados pelo
famoso corsrio ingls Francis Drake (1540?-1596). Avistado e cercado ao
largo dos Aores, apesar de partida saber que seria vencido devido
grande desigualdade de meios, ofereceu, com a artilharia de que dispunha,
uma tenaz resistncia. Esta no evitou, ao fim de algumas horas de combate,
com vrios mortos e feridos, a tomada e o saque das riquesas transportadas
pela nau So Filipe, que renderam em Londres 108.049 libras . A galhardia
com que se bateu, juntamente com toda a tripulao, levou Drake a trat-lo
com alguma dignidade, cedendo-lhe um patacho para chegar a Lisboa.
Tendo deixado Plymouth a 12 de Abril de 1587, Drake dirigiu-se para a costa
portuguesa, provavelmente na inteno de fazer presas nas imediaes de
Lisboa e do cabo de S. Vicente e em Junho ir para os Aores esperar os
navios vindos das Amricas e das ndias. (.) Em finais de Junho, tomou o
rumo dos Aores. A nau So Filipe, de que era capito Joo Trigueiros,
fizera parte da armada da ndia de 1586. (.) Tendo sado de Moambique em
finais de Dezembro, s em princpios de Julho do ano seguinte conseguiu esta
alcanar os Aores. Certa manh, encontrando-se um pouco a norte da ilha de
S. Miguel, foram avistadas no horizonte nove velas que, de imediato, a
comearam a perseguir. Tratava-se, nada mais nada menos, do que o grosso da
armada de Drake que acabava de chegar aos Aores e a quem a Fortuna oferecia
de mo beijada uma nau que vinha antes do tempo, sozinha e carregada de
riquezas! Apesar da desproporo das foras, Joo Trigueiros mandou ocupar
os postos de combate e preparou-se animosamente para fazer frente aos
inimigos que, a breve trecho, reconheceu serem ingleses, conforme, de resto
j devia suspeitar. Dispondo de navios mais ligeiros, foram-se aqueles
chegando at ao alcance de tiro e, perante a recusa da nossa nau em amainar,
abriram fogo. Vrias horas dever ter durado o duelo de artilharia com
evidente superioridade dos ingleses, tanto pelo nmero e pela qualidade das
peas de que dispunha como tambm pela percia com que as usavam. A nau
portuguesa ficou com o aparelho destroado e sofreu vrios mortos e feridos.
Entre os mortos figurava o mestre, o que teve consequncias funestas, porque
desmoralizou os marinheiros, passando a manobra da nau a fazer-se de uma
forma errtica. Quanto s baixas e aos estragos que os navios de Drake
possam ter sofrido, nada se sabe. Por fim, vendo Joo Trigueiros o seu navio
praticamente paralisado e que os ingleses no se dispunham a abord-lo,
antes continuavam a bombarde-lo incessantemente, provocando-lhe cada vez
mais estragos e baixas, entendeu que nada mais havia a fazer e decidiu
render-se. Em resultado da galhardia com que os portugueses se haviam
batido, apesar de partida saberem que seriam vencidos, Drake tratou-os bem
e cedeu-lhes mesmo um patacho em que pudessem seguir viagem para Lisboa. De
posse da So Filipe, resolveu aquele, prudentemente, dar por findo o
cruzeiro aos Aores e regressar sem mais delongas a Inglaterra. (.) A
chegada da So Filipe a Plymouth encheu de assombro os Ingleses, no s pelo
valor da carga que transportava mas tambm pelas suas dimenses e pela
excelncia da sua construo. Para cmulo da satisfao dos captores, haviam
sido encontradas a bordo da nau portuguesa documentos onde eram descritos em
pormenor os complicados mecanismos do nosso comrcio no Oriente. Ter sido
da sua leitura que ter nascido na mente dos comerciantes ingleses a ideia
de tambm mandarem l navios, o que viria a acontecer alguns anos mais
tarde.
Alguns anos depois, capitaneando a nau So Cristvo, juntou-se a mais
outra armada de 5 naus e 1 galeo, que demandaram a ndia em 4-IV-1591,
tendo por capito-mor Ferno de Mendona Furtado. A viagem de retorno foi
iniciada em 17-VII-1592.
Casou com D. BRITES VAZ CALDEIRA, uma dos quinze filhos de Manuel Caldeiro
, e de sua mulher e sobrinha D. Guiomar Caldeiro, cunhada de Lus Mendes de
Vasconcelos, da famlia do Morgado do Esporo. Seu sogro, Manuel Caldeiro,
era Tesoureiro-mor dos Almoxarifados do reino, feitor de D. Joo III,
Cavaleiro da Ordem de Cristo (1565), Fidalgo da Casa Real (1589), "cujo foro
lhe deu o Rey Felipe 2. por elle se obrigar a por correntes todos os annos
cinco naos p. a india dando-lhe 40 mil cruzados . e 16 m. cada anno", e
Morgado da Caldeira , vnculo que instituiu com algumas casas nobres que
possua na Rua da Caldeira, freg. de Santa Catarina, em Lisboa .
Tiveram :
3. MIGUEL TRIGUEIROS (c. 1640), casado com D. CLARA GONDIM DA SILVEIRA, de
Ponta Delgada, Ilha de S. Miguel , s. m. n.
3. D. MARIA TRIGUEIROS (c. 1636), que segue.
3. D. ANTNIA TRIGUEIROS (c. 1640), s. m. n.
3. LOPO TRIGUEIROS (c. 1626), casado com ANTNIA DE ABREU. Em 1604 morava na
Macheia, junto freg. de Mataces, no concelho de Torres Vedras, e em 1626,
efectua a venda de uma terra de po, na Marinha, junto ao Varatojo.
3. D. MARIA TRIGUEIROS (c. 1636). Casou com seu primo TRISTO VAZ DA VEIGA
CABRAL , 2. Senhor do Morgado da Torre do Lumiar, em Lisboa, capito de uma
das companhias de Ordenanas da capital, filho de Jernimo da Veiga Cabral,
1. Senhor do Morgado da Torre do Lumiar, e de sua segunda mulher D. Leonor
Caldeiro ; pelo lado paterno, 5. neto de Joo Gonalves Zarco , o
descobridor da Madeira, e 4. neto de Diogo Cabral "o Velho" , da casa dos
senhores de Azurara, e dos alcaides da Guarda e de Belmonte. Seu marido
destinguiu-se pela bravura e inteligncia de estratega no comando de uma nau
formou uma pequena armada durante o cerco que o sulto do Achm, com 7.000
homens e 95 velas, fez a Malaca em 1573. Devido ao seu herosmo, os sitiados
portugueses, em virtude do falecimento de D. Francisco de Meneses acabaram
por lhe confiar, nessa mesma altura, o comando da citada fortaleza,
repelindo no ano seguinte um ataque do sulto de Japara com 15.000 homens .
Porm, em Agosto de 1580, durante a invaso do Duque de Alba, ao servio de
Filipe II de Espanha, e estando ao comando da fortaleza de So Julio junto
a Lisboa, fiel ao Prior do Crato, entrega-se sem disparar um nico tiro .
Deve-se enquadrar este comportamento, comum quase totalidade da nobreza
portuguesa que vivia desmoralizada e aruruinada pela derrota de
Alccer-Quibir e pelo resgate dos familiares cativos. Grande parte das
classes proeminentes em Portugal, preferiu apoiar a candidatura de Filipe II
ao trono de Portugal, do que embarcar em novas e prelongadas aventuras
militares com uma das maiores potncias de ento.
Tiveram:
4. D. BRITES DA VEIGA CABRAL, que segue.
4. D. CATARINA, s. m. n.
4. D. BRITES DA VEIGA CABRAL, casada com LUS DE BARROS HENRIQUES , fidalgo
da Casa Real, filho de Francisco Lopes de Barros, Provedor das Valas, e de
D. Lusa Henriques.
Tiveram:
5. FRANCISCO LOPES DA VEIGA BERMUDES, que segue.
5. FRANCISCO LOPES DA VEIGA BERMUDES , Fidalgo da Casa Real, Senhor do
Morgado da Torre do Lumiar. Casou com D. ANTNIA FRANCISCA XAVIER DE SOUSA
COUTINHO, filha de Nuno de Sousa Coutinho de Mariz , fidalgo da Casa Real, e
de sua mulher D. Maria de Lima e Sousa.
Tiveram:
6. LUS JOS DA VEIGA BERMUDES DE MARIZ COUTINHO, que segue.
6. LUS JOS DA VEIGA BERMUDES DE MARIZ COUTINHO, Fidalgo da Casa Real,
Senhor do Morgado da Torre do Lumiar.
Casou com D. JOANA INS DE CASTELO BRANCO E MELO, filha de Antnio Lus de
Madureira Parada, Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo,
governador de Chaves, coronel do Regimento de Drages de Beja em 1733,
sargento-mor de Batalha, e governador das armas do Alentejo, e de sua mulher
D. Margarida Gerarda da Cunha Mouro e Lemos, de Setbal.
Tiveram:
7. D. MARGARIDA RITA DE SOUSA, que segue.
7. D. MARGARIDA RITA DE SOUSA, Senhora do Morgado da Torre do Lumiar,
falecida sem gerao.
O citado morgado passou, em 1810, ao seu primo Joo Osrio da Veiga Cabral,
Senhor do Morgados dos Caldeires de Lisboa, dos Osrio de Castro de
Moncorvo, e dos Sousa Rebelo de Vidigal; filho de Jos Maria da Veiga
Caldeiro Barbosa Lobo Cabral, 9. Senhor do Morgado do Souto de Penedono,
8. Senhor do Morgado de Ferreirim, e 9. Senhor do Morgado do Prazo de
Palos.
Do casamento de Joo Osrio da Veiga Cabral com D. Francisca Maria Xavier de
Sousa de Mesquita e Castro, no houve gerao. Passou a representao da
casa para sua irm D. Maria Joaquina de Barbosa da Veiga Cabral e Castro
(1744-1796), casada com Miguel Carlos Cardoso de Morais Colmieiro Teles e
Tvora (1745-1793), Fidalgo da Casa Real, Sr. do Morgado de S. Vicente de
Vinhais e de S. Francisco Xavier de Bragana. Destes nasceu Jos Osrio
Colmieiro de Morais da Veiga Cabral Caldeiro (n. 1765), 1. Baro de
Palos, do qual 4. neto Francisco Manuel Pereira Colmieiro da Silveira,
3. Marqus de Chaves, 3. Conde de Amarante, representante do baro de
Palos.
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